terça-feira, 25 de outubro de 2011

Plágios na música portuguesa

Foi ao ler um post no blogue "Piolho Sintético Contra-Ataca" que me apercebi disto. Ora ouçam o início desta música dos Daft Punk:



Agoram ouçam esta música de João Pedro Pais, especialmente a partir dos 17 segundos.



A semelhança é óbvia, não é? O outro exemplo dado no blogue acima indicado é o de uma música de Alanis Morissette, "Your House", plagiada na música "Intervalo", cantada pelos Per7ume e Rui Veloso. Ora ouçam:





Encontrei também no blogue "Plágios na Música Portuguesa" outros exemplos semelhantes.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Vive e deixa viver...

Tradução:
- És contra os casamentos gay? Não te cases com alguém do mesmo sexo.
- És contra os cigarros? Não fumes.
- És contra o aborto? Não o faças.
- És contra o sexo? Não tenhas relações sexuais.
- És contra a droga? Não a tomes.
- És contra a pornografia? Não a vejas.
- És contra o álcool? Não o bebas.
- És contra armas? Não as tenhas.
- És contra tirarem-te direitos? Não tires os direitos aos outros.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Que comam sardinhas...


Diz a lenda que, quando foi dito à rainha de França, Marie Antoinette, que o povo francês não tinha pão para comer, ela respondeu: "Que comam bolo!". Isto, num tempo em que o povo passava fome era muito mais do que elitista, era insultuoso. Hoje sabe-se que a rainha nunca disse tal coisa, mas esta história ficará para sempre associada a ela.

Ora, no discurso que fez ontem, Passos Coelho também não disse estas palavras, mas o que disse não esteve muito longe. Portanto: os funcionários públicos com ordenados superiores a 1000 Euros por mês ficarão sem subsídio de férias e de Natal, assim como os pensionistas. Os do privado trabalharão mais 30 minutos por dia (leia-se mais cerca de 11 horas por mês) de graça.

Daqui salta uma coisa à vista: todas estas medidas aplicam-se somente à classe média. Ouviram-no dizer alguma coisa sobre os bancos? Não. Ouviram-no falar das grandes fortunas? Também não. Sim, porque os ricos não são funcionários públicos. O que se fez daquela ideia de aplicar uma taxa extra às grandes fortunas? Nada. Fingiram que não ouviram. Pois é, meus senhores, para os ricos não há crise. Faz-me lembrar uma música.

Alguém deverá ter dito ao primeiro-ministro: "Mas o povo não vai ter bacalhau para comer no Natal!", e ele terá respondido "Que comam sardinhas!". E vão ter que ser das mais pequenas...